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21 de ago.
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Introdução: A impulsividade é um fator relacionado ao autocontrole, a inabilidade de adiar gratificações e pobre controle inibitório e tambem pode ser entendido como fator de risco para o desenvolvimento do consumo de álcool e outras drogas. Objetivo: O presente trabalho teve como objetivo verificar se sujeitos diagnosticados com transtornos relacionados ao uso de substâncias são mais impulsivos que sujeitos sem esse diagnóstico. Método: Trata-se de uma pesquisa de natureza quantitativa, descritiva, exploratória. Os dados foram correlatados por meio Escala de Impulsividade de Barratt (BIS-11) e analizados por meio de testes paramétricos. A amostra foi composta por 20 homens entre 18 e 45 anos, divididos igualmente entre um grupo com diagnóstico de Transtorno por Uso de Substâncias (em tratamento) e um grupo controle sem o diagnóstico. Resultados: as análises indicaram que indivíduos com Transtorno por Uso de Substâncias apresentaram impulsividade significativamente maior que os não dependentes, com médias de 74,10 e 58,40 na Escala de Barratt, respectivamente. A maior diferença ocorreu na impulsividade motora, seguida pelas dimensões de planejamento e atenção, revelando maior dificuldade dos dependentes em controlar impulsos e organizar suas ações. Conclusão: o estudo corrobora com pesquisas anteriores e destacam que diferentes dimensões da impulsividade podem se manifestar de forma independente, reforçando a necessidade de intervenções direcionadas aos subitens mais comprometidos, o que permite tratamentos mais personalizados e eficazes. Os achados indicam que a impulsividade pode ser tanto consequência quanto fator preditor do uso de substâncias psicoativas.

Palavras-chave: Drogas, Impulsividade, Transtornos relacionados ao uso de substâncias, Avaliação Psicológica, Neuropsicologia.

 
 
 

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Imagem institucional para psicologia jurídica Agosto Lilás
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